Hoje chove aqui dentro muito mais que lá fora.
Muitos dirão que é apego, que nunca foi amor, que é solidão.
Eu apenas digo que é a brutalidade com o qual você partiu.
Hoje me transbordo, para um dia aprender a me encher;
terça-feira, novembro 04, 2014
Tem hora que você precisa levar um tapa na cara da vida, para aprender a tirar a bunda do sofá e fazer algo a respeito. Ver que a mundo não é essa maravilha, que as pessoas querem separar o que foi feito pra ficar junto, e se você não fizer nada fica pior.
Tem hora que você precisa seguir em frente mesmo machucado, falar a verdade, ou melhor assumir a verdade, dói, muitos saem feridos, mas chega um tempo em que você tem que se mostrar sem mascaras, sem atrasos.
Mesmo que sejamos apenas fantoches nesse circo, é chegado o momento de andar com as próprias pernas, de se levantar, sentir, deixar sangrar, construir uma casa no fundo do poço, ou uma escada para o topo, a regra é estar em movimento.
Como uma vez disse meu amigo, só se aprende a não chorar, chorando.
Tem hora que você precisa seguir em frente mesmo machucado, falar a verdade, ou melhor assumir a verdade, dói, muitos saem feridos, mas chega um tempo em que você tem que se mostrar sem mascaras, sem atrasos.
Mesmo que sejamos apenas fantoches nesse circo, é chegado o momento de andar com as próprias pernas, de se levantar, sentir, deixar sangrar, construir uma casa no fundo do poço, ou uma escada para o topo, a regra é estar em movimento.
Como uma vez disse meu amigo, só se aprende a não chorar, chorando.
segunda-feira, novembro 03, 2014
['cê não sabe mas eu tava exatamente aqui, olhando pra você]
Para falar a verdade eu não sei, eu nunca sei, mas tem uma mistura dentro de mim, medo, saudade, alivio, felicidade.
Porque por melhor e pior que tenha sido essas vivências, por mais confusa que minha vida esteja, foi bom, ah sim, se foi.
Na verdade, sinto que foi como saltar de paraquedas, no inicio pensei em desistir, jogar tudo para o alto, mas pulei, logo deu vontade de vomitar, de tanto medo, chorei, xinguei, só que em seguida veio aquele sentimento libertador, de ser pássaro, de ser livre, de não sangrar, eu bati as asas, me enchi de adrenalina, e agora um mês depois estou voltando a terra. Vendo os estragos dos meus rastros, analisando se ainda é possível andar com a minhas próprias pernas, ou se estou enrolada nesse paraquedas. Será que mesmo usei um?
FIM? MEIO? COMECEI!
É estranho como algumas coisas foram feitas justamente para acabar.
Para falar a verdade eu não sei, eu nunca sei, mas tem uma mistura dentro de mim, medo, saudade, alivio, felicidade.
Porque por melhor e pior que tenha sido essas vivências, por mais confusa que minha vida esteja, foi bom, ah sim, se foi.
Na verdade, sinto que foi como saltar de paraquedas, no inicio pensei em desistir, jogar tudo para o alto, mas pulei, logo deu vontade de vomitar, de tanto medo, chorei, xinguei, só que em seguida veio aquele sentimento libertador, de ser pássaro, de ser livre, de não sangrar, eu bati as asas, me enchi de adrenalina, e agora um mês depois estou voltando a terra. Vendo os estragos dos meus rastros, analisando se ainda é possível andar com a minhas próprias pernas, ou se estou enrolada nesse paraquedas. Será que mesmo usei um?
FIM? MEIO? COMECEI!
É estranho como algumas coisas foram feitas justamente para acabar.
domingo, novembro 02, 2014
quarta-feira, outubro 29, 2014
As vezes assusta minhas palavras, meus exageros
Esses excessos tão excedidos.
Eu sei.
Mas se você me disser que quer ir. que não vale mais a pena ficar.
Eu ficarei de pé, lhe darei um beijo e desejarei o melhor.
Porque não dói ver você feliz longe ou com outra.
O que não me agrada é você perto, querendo não estar, teus olhos aqui e seu coração distante.
Isso é o pior de se suportar.
quarta-feira, outubro 22, 2014
Não sei se foi sonho, ou realidade. Só me lembro da simplicidade, de te olhar com os olhos entreabertos, dizer que te amo, e você "também te amo".
Foi tão bonito, que nem consigo poetizar,
Escrevo aqui, com palavras que não conheço, só pra eternizar, algo que eu desconheço o caminho. A ultima parada.
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